Uma das coisas mais gratificantes de trabalhar com pesquisa em pós-graduação é a oportunidade única que tenho de conviver com pessoas dos mais diversos locais do país. Explico: aqui a Engenharia Civil da Universidade atrai pessoas dos mais diversos cantos para fazer mestrado/doutorado. E eu, ali estudando/trabalhando por mais vários anos, ganhei amigos que hoje estão ou aqui ao meu lado, ou espalhados por Fortaleza, Salvador, São Paulo e até mesmo Pittsburgh, Madrid, Manchester... É interessante perceber que tenho amigos em todos os lugares, que deixam um pouco de si e levam também um pouco de mim para todos os locais. Mas o melhor de tudo, mesmo, é a interação cultural que esses contatos me proporcionam. Uma vez um grupo de amigos me deu o apelido de “gaúcho mais cearense que existe”, e eu ostento com o maior orgulho esse “título”, pelo que ele representa, de certa forma, na interpretação dessas pessoas e também pela minha própria história pessoal.
Aqui no Sul algumas pessoas, até vergonhosamente, tem uma visão muito estereotipada e bairrista a respeito de algumas diferenças (que sequer conhecem bem) entre as pessoas e as regiões do Brasil, que não são fruto de competência ou formação, na maioria das vezes. São, simplesmente, diferenças culturais, e como diferenças culturais deveriam ser interpretadas, e não de capacitação intelectual ou laboral de um povo.
Pois falando em diferenças culturais, para a minha decepção, aqui em Porto Alegre (e na região Sul em geral) as festas juninas passam quase despercebidas. Menos mal que eu participo de um grupo que sempre organiza uma festa de São João regada a muito quentão, bolo de fubá, bandeirinhas e...muito forró para dançar!!
Pois é, com 19,20 anos comecei a aprender a dançar forró e, desde então, essa virou uma das minhas paixões. Notem bem, não quer dizer com isso que aprendi a dançar muito bem, mas gosto de dançar. Um dia quem sabe escrevo só sobre isso. Lembro que no início dos anos 2000 houve uma febre de forró na cidade, boates tocavam o ritmo a noite inteira, era bom demais...mas passou, como toda modinha. Mas não para mim. Ainda adoro uma festa de São João. Então, que venha o arraial!!!
Aqui no Sul algumas pessoas, até vergonhosamente, tem uma visão muito estereotipada e bairrista a respeito de algumas diferenças (que sequer conhecem bem) entre as pessoas e as regiões do Brasil, que não são fruto de competência ou formação, na maioria das vezes. São, simplesmente, diferenças culturais, e como diferenças culturais deveriam ser interpretadas, e não de capacitação intelectual ou laboral de um povo.
Pois falando em diferenças culturais, para a minha decepção, aqui em Porto Alegre (e na região Sul em geral) as festas juninas passam quase despercebidas. Menos mal que eu participo de um grupo que sempre organiza uma festa de São João regada a muito quentão, bolo de fubá, bandeirinhas e...muito forró para dançar!!
Pois é, com 19,20 anos comecei a aprender a dançar forró e, desde então, essa virou uma das minhas paixões. Notem bem, não quer dizer com isso que aprendi a dançar muito bem, mas gosto de dançar. Um dia quem sabe escrevo só sobre isso. Lembro que no início dos anos 2000 houve uma febre de forró na cidade, boates tocavam o ritmo a noite inteira, era bom demais...mas passou, como toda modinha. Mas não para mim. Ainda adoro uma festa de São João. Então, que venha o arraial!!!




